NÃO ACREDITO EM CONTOS DE FADAS, MAS ACREDITO NUM CASAMENTO FELIZ


Outro dia estava numa discussão calorosa com os meus familiares, onde era quase consenso que casamento era uma furada. E eu claro, insistia em defender a minha verdade: Casamento vale sim a pena e ser feliz a dois é uma equação difícil de se resolver, mas quando se resolve, meu amigo, enxergamos o melhor da vida!

Então em buscas de mulheres que pensem como eu, que sem precisar de apoiar em mero romantismo, conseguem enxergar o valor de um casamento, é que resolvi trazer pra roda o assunto.

Pasmem, no Brasil os registros de divórcios marcam que quase 300 mil casamentos são desfeitos por ano no país, segundo dados do IBGE.

Agora vai a parte boa: Os cartórios registraram 1.041.440 de casamentos no Brasil no ano passado, enquanto a quantidade de divórcios chegou a 341,6 mil. Isso quer dizer que, para cada separação registrada no País em 2013, houve pelo menos três casamentos.

Diante do exposto chegue à conclusão que, embora muiiiiita gente está desistindo da vida a dois, tem mais gente no meu time.

Ninguém casa pensando no divórcio, e ninguém que está casado deve considerar essa hipótese diante de um problema corriqueiro! Se divorciar é assumir a incapacidade de lhe dar com uma situação que você mesma criou, e por isso deve ser levado em consideração em último caso!

Nos dias de hoje, é muito difícil se casar forçado! As pessoas são livres para se relacionar, para achar a sua metade da laranja e para fazer a escolha de se casar ou não! O regime no qual a nossa sociedade vive não obriga ninguém a se relacionar, nem tão pouco a casar com ninguém!

Em poucas palavras, casa quem quer! Para todos os efeitos, casa quem ama!

E o casamento não é o começo de nada, nem tão pouco o fim. O casamento é a certeza do continuar, então erra quem pensa que alguma coisa muda. No casamento você vai ter dias bons e dias ruins, assim como você tinha quando só namorava!

Por isso uma das maiores causas do divórcio é a frustração! As pessoas se casam com expectativas de que tudo vai ser diferente, e quando se deparam com a mesma situação que viveu durante o tempo do namoro, se decepcionam e desistem.

O que precisamos entender é que o casamento não é um portal mágico pelo qual as pessoas passam e se transformam. Se você se casa, é porque gosta da vida que tem ao lado daquela pessoa. Casar-se com uma pessoa, e esperar acordar ao lado de outra é loucura!

Expectativas não cumpridas está no topo das principais causas que levam ao divórcio, Um cônjuge pode perceber que esperava uma coisa do casamento e recebeu algo diferente. Isto inclui expectativas românticas, sobre o cônjuge, sobre o casamento em si, E a maior de todas as armadilhas na vida a dois: Imputar cruelmente ao amado a responsabilidade de lhe fazer feliz.

Todos nós buscamos a felicidade, mesmo sem saber definir direito o que isso significa. Buscamos um estado pleno de satisfação e, normalmente, vinculamos isso ao relacionamento conjugal.

Só que felicidade tem muito mais haver com a sua maneira de ver o mundo do que como as atitudes das outras pessoas. A projeção e expectativa no outro como resposta de nossa satisfação é, no mínimo, perigosa. É uma forma de transferência de responsabilidade.

E onde está o segredo? Ter um bom par de olhos, é o segredo eu diria.

Saber enxergar o que de melhor está em nosso redor, nos torna mais satisfeitos, pessoas mais agradáveis, mais amáveis e de melhor convivência.

Então vale a dica: Posicione-se como pessoa fundamental no sucesso do seu casamento e protagonista de sua felicidade. E como amamos dicas, vai mais uma pá delas:  

7 Atitudes para um casamento mais leve:
  1. Cultivar interesses comuns
  2. Concentre-se nos pontos positivos de sua parceira
  3. Diga "eu te amo" e "Tenha um bom dia", "Boa noite" 
  4. Manter o diálogo
  5. Aprender a rir dos próprios defeitos e dos defeitos do outro
  6. Preservar os momentos de intimidade
  7. Ter um espaço individual




ESCOLHA O SEU LOOK PARA AS FESTA DE FIM DE ANO


Natal, Réveillon, confraternização da empresa, amigo oculto... As ocasiões são variadas, mas uma coisa é certa: todo mundo quer estar linda para se despedir do ano que vai embora e saudar o novo. Para te ajudar na missão em busca do look perfeito, o Mulher de Corpo Inteiro preparou alguns looks inspiradores para os diferentes eventos de fim de ano. Confira e fique em dia com as tendências!

Formaturas
Ser convidada para uma formatura, um uma amiga ou alguém da família, é a garantia de uma noite muito animada. A dica é um look fino e ao mesmo tempo confortável, para permitir horas na pista de dança. Inspire-se:






Confraternizações
Outra festa que sem duvida é, garantia de momentos felizes, são as já tradicionais confraternização de fim de ano, elas podem ser do trabalho, da família, da turma da academia ou dos amigos de faculdade... Saiba o que vestir para ficar linda em cada uma delas.

Se o evento for de dia (churrasco, piscina, fazenda):





Se o evento for à noite ou mais formal:







Ceia de natal e virada de ano












Vale lembrar que a sua personalidade deve estar presente na escolha da roupa e, o que realmente importa é se sentir bonita, desfrutar da companhia de pessoas queridas, e claro, curtir a vibe boa de fim de ano, com bons pensamentos, e otimismo sempre, pois dias melhores sempre vêm. E que nosso 2014 seja maravilhoso!

Maria da Penha diz que lei contra violência só no papel não funciona


O combate à violência praticada contra a mulher tem um símbolo no Brasil: Maria da Penha (foto). Farmacêutica bioquímica, Maria da Penha chegou a ficar internada por quatro meses devido a um tiro disparado pelo ex-marido, que a deixou paraplégica. O caso ganhou repercussão e, apesar da morosidade da Justiça, resultou na principal ferramenta jurídica de defesa das mulheres vítimas de violência.

Ter seu nome vinculado à lei não a faz esmorecer. Em entrevista ao programa 3 a 1, da TV Brasil, ela admitiu que a lei sozinha, só no papel, não funciona. O programa foi ao ar nesta quarta-feira (18), às 20h.

"Falta criar políticas públicas, [e investimentos em] delegacias da mulher, centros de referências da mulher, casas-abrigo e juizado", disse Maria da Penha. "Mas não adianta ter a política pública se quem está trabalhando não for sensível e não for capacitado [para atender à mulher]", acrescentou. Foram necessários quase 20 anos para que o ex-marido fosse condenado pelo crime que cometeu. Ele ficou preso dez anos e hoje está livre.

Penha considera a divulgação de casos iguais ao dela, ocorrido em 1983, muito importante. Em outra ocasião, lembrou a farmacêutica, ele tentou eletrocutá-la, danificando o chuveiro elétrico. "[Por isso] vou escrever um livro e contar minha história", anunciou durante o programa. "O livro vai mostrar que o Poder Judiciário não faz justiça e que as políticas públicas que devem ser criadas para atender à lei não existem. [E mostrar que] gestor público não se sensibiliza [em casos que envolvem violência contra mulheres]".

A lentidão do Judiciário foi criticada por ela durante a entrevista. "Eu vi a demora do Poder Judiciário, deixando o processo dentro das gavetas e atendendo recursos procrastinadores [impetrados com o objetivo de atrasar o processo]". Penha lembrou que no primeiro julgamento o marido foi condenado a uma pena de oito anos, mas acabou livre por causa de recursos.

"Naquele momento, eu fiquei muito angustiada. Já era conduta do Judiciário garantir a impunidade dos agressores na época", disse ela ao lembrar os efeitos que a situação causava em sua família. "Precisamos criar nossos filhos em um ambiente saudável, uma ambiente sem violência", acrescentou. "E não adianta ter a política pública se quem está trabalhando não for sensível e não for capacitado. Mudar a cultura é difícil. Tem de haver um olhar público para quem tem a responsabilidade de aplicar e dar agilidade aos processos".



Importância da Mãe na Educação Infantil


Antigamente, a relação entre mães e filhos era muito mais impositiva e relegada a uma situação de autoridade pura e simples do que nos dias de hoje. Castigos, surras e toda sorte de punições eram aplicados pelas mães que tinham, como função principal, “educar” seus filhos para que obedecessem cegamente as normas e convenções sociais.

Hoje vemos as jovens mães muito mais ligadas a seus filhos e desempenhando um papel de orientadoras através de uma relação muito mais de amigas do que de censoras. O principal problema que elas enfrentam é conciliar suas atividades profissionais e sociais com a educação dos filhos e a vida numa sociedade extremamente competitiva e que exige da mulher uma enorme versatilidade e compromisso pessoal. Hoje, uma mulher que deseja ter filhos, deve entender antes de qualquer outra coisa que deverá educar a criança e ainda manter-se suficientemente ativa e disponível para galgar melhores condições e oportunidades em sua vida profissional. Algo que é muito diferente do que as mães experimentavam há pouco mais de trinta anos atrás.

Em certo ponto, essa mudança e essa exigência de versatilidade e de maior qualificação das mulheres, foi extremamente benéfica para seus filhos. Hoje, nossas crianças são muito mais capazes e preparadas; podendo expressarem-se mais livremente e dar asas a criatividade e a inventividade sem serem tolhidas por preconceitos e ideias errôneas que eram considerados verdadeiros bastiões maternos no passado.

No entanto, podemos observar que a necessidade de conciliar a vida profissional com a criação de filhos ainda exerce alguns pontos negativos sobre algumas mães. A concessão de limites necessários a uma boa educação e ao convívio social sadio são os maiores problemas enfrentados pelas mães atuais. Entender que não há culpa pela necessidade de se ausentarem cada vez mais do convívio com seus filhos para que possam satisfazer as suas próprias necessidades profissionais seria a chave para acabar com a verdadeira permissividade que muitas mães adotam em relação a seus filhos e que, no futuro, poderá representar uma sucessão de dissabores e a formação de adultos imaturos e incapazes de conviver socialmente de forma plena. Essa “culpa”, muitas vezes, provoca o surgimento nas famílias de verdadeiros déspotas mirins e representam um risco sério para a vida adulta das crianças.


Portanto, entender que a relação entre mães e filhos mudou e que essas mudanças foram importantes e “para a melhor”; é apenas o primeiro ponto a ser considerado pela mulher que deseja ser mãe. Ao mesmo tempo ela deve ser capaz de perceber que, mesmo tendo necessidade de batalhar uma vida profissional e ausentar-se do convívio de seus filhos, não há “culpa” nesse evento. São as mães e seus esposos que devem tomar as rédeas da educação de seus filhos e exercerem os papéis de proteção e de punição quando necessário. Impor respeito e impor limites às crianças é algo que não pode ser feito com violência ou com barbarismo. Mas é algo a ser executado tendo como certeza que seus filhos se tornarão adultos mais seguros e mais aptos para fazer frente aos desafios da sociedade moderna.

A IMPORTÂNCIA DOS PAIS NA EDUCAÇÃO MORAL DOS SEUS FILHOS


A educação de toda criança começa dentro do próprio lar, onde os pais transmitem valores éticos, morais e religiosos para a formação do caráter pessoal dos seus filhos. Até pouco tempo atrás, educar estava relacionado à figura materna, que passava o dia em casa transmitindo afeto e cuidando dos seus filhos.

Com a globalização, muita coisa mudou e a educação das nossas crianças também. Pai e mãe que antes tinham uma participação mais efetiva na educação dos seus filhos são obrigados a trabalhar e os deixarem numa creche, com uma babá, com os avós, com um parente próximo ou até mesmo com um vizinho, num processo perigoso de terceirização da educação familiar.
O pouco tempo disponível dos pais os faz transmitir à escola, muitas vezes, toda a responsabilidade educacional de seus filhos, um grande perigo, uma vez que a educação recebida em casa pela criança reflete na relação com os colegas e com os professores, e é decisiva para a formação moral do ser humano em formação.

Muitos pais trabalham dia e noite na busca de poder proporcionar uma melhor qualidade de vida para sua família e, acabam por negligenciar o repasse dos valores “caseiros” essenciais para a formação do caráter do filho. Uma verdadeira inversão de valores onde a estabilidade financeira familiar se sobrepõe ao investimento dos pais na formação de filhos éticos e morais e retos.

Os pais são os responsáveis legais e morais pela educação dos seus filhos. A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do filho e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, características do período de amadurecimento. A ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores distorcidos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades, e numa pior hipótese, levam à marginalidade, que se instala no caráter do jovem com uma sutileza devastadora.

O educador Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente, declara que a partir do momento em que as crianças ficam soltas na comunidade e entregues às diversões eletrônicas, há uma perda de referência em relação aos valores considerados importantes para o desenvolvimento de uma base sólida. Porém, segundo ele, não basta apenas estar presente, é preciso saber educar de forma correta. “O problema, a meu ver, não é o tempo que os pais passam com os filhos. O desafio está na qualidade dessa convivência, que deve ser marcada por um forte componente de presença educativa”, diz Costa.

O educador ainda afirma que, no Brasil, a ausência dos pais na formação dos filhos é algo recorrente. “Existem muitos educadores familiares que não são pais biológicos das crianças sob sua responsabilidade”, revela.

Por Juliana Dias

CELEBRANDO A BELEZA NEGRA COM DICAS DE COMO CUIDAR DOS CABELOS CRESPOS


Em meio a tantas discussões e pesquisas sobre a população negra com relação à economia, condições de trabalho, escolaridade... O Mulher de Corpo Inteiro vem acrescentar um tema bem feminino, Beleza em homenagem ao dia da “consciência negra no Brasil”.

A estética negra por muito tempo ficou invisível no Brasil, onde o peso do racismo doía principalmente nos cabelos das negras, apelidados de “tuin”, “bombril” ou “cabelo ruim”. Até pouco tempo a mulher negra quase não estava presentes nas telenovelas, e quando estavam se limitavam à papeis de empregadas domesticas e escravas.

Hoje a televisão brasileira tem explorado a beleza que a negra tem, expondo peles bem cuidadas e principalmente cabelos que assume sua identidade crespa. Não demorou para a telinha influenciar a cabeça das negras brasileira (ainda bem), que aprenderam a se orgulhar dos seus traço e dos fios dos seus cabelos.

Agora ninguém segura elas!  Elas usam tranças, elas usam soltos, curtos, longos... E tomaram conta inclusive do mundo da moda e beleza. Cada vez mais empresas investem em cosméticos para pele negra e cabelo crespos.

Ter cabelos crespos e bonitos não é tarefa fácil. As mulheres afro-brasileiras sabem bem o trabalho que dá para cuidar das madeixas. Então é tempo de celebrar essa carta de alforria, que escravizava as mulheres negras, a se limitarem em tratamentos químicos agressivos que desestruturavam as características dos seus fios, em busca do liso padrão.

O mulher que Corpo inteiro traz dicas do hairstar Fernando Fernandes especialistas em fios crespo, para auxiliar na melhor cuidar da sua cabeleira.
"O primeiro cuidado básico é escolher um bom profissional. Ele indicará os produtos que devem ser usados em seus cabelos. Hidratação também é fundamental, pois além da tendência ao ressecamento, a maioria destes cabelos contém química (alisamentos, relaxamentos, permanente afro). Fique atenta também na qualidade dos produtos que for usar, como secador, chapinha, etc", alerta o especialista.

Antes de aplicar alguma química, os cabelos devem ser preparados, com acompanhamento profissional, pelo menos quatro semanas antes. Também é recomendável fazer hidratação semanalmente. Depois, é preciso fazer uma visita ao salão pelo menos uma vez por mês.

Assumir os cabelos crespos é a bandeira de muitas mulheres que procuram valorizar a beleza negra sem grandes alterações, tranças e dreads também dão estilo, mas algumas ainda preferem cabelos lisos o tempo todo, neste caso, o ideal é optar pelo alisamento. O procedimento é semelhante ao relaxamento. O que muda é a ação do produto.

"O alisamento ainda é preferência entre as afro-brasileiras. O melhor sistema é o americano, que tem uma técnica diferente. A escova progressiva ou essas da ‘moda’ não são tão eficazes", diz Fernandes.

O alisamento americano é feito à base de Guanidina e custa cerca de R$ 250. Para manter os fios bonitos, a raiz deve ser retocada a cada 60 dias.
Por Juliana Dias


INDIFERENÇA QUE MACHUCA


Ele já não suporta mais as exigências que ela faz e por isso até evita conversar. Ela nem sequer liga se ele chegou de madrugada. Ela pode se transformar dos pés à cabeça, mas ele nem percebe, fica indiferente. Ambos se gostavam demais, mas agora vivem uma espécie de “tanto faz”. São muitos os casais que depois de anos de relação (e crises) chegam ao ponto de viver com o outro por viver. Ou seja: já que estão juntos, de papel passado, continuam a se aturar, como obrigação. E desse comportamento nascem muitos problemas. Não restam dúvidas de que o desprezo é o pior deles.

A principal queixa das mulheres no casamento é a falta de atenção e carinho dos maridos, muitas pessoas dizem que o principal inimigo do casamento é a rotina e o tédio, não é. O principal inimigo do casal é a diminuição do afeto, traduzido, sobretudo pela crítica e indiferença.

No início de um relacionamento, durante o namoro, o noivado e nos primeiros anos de casado, a relação é preenchida prioritariamente pelo prazer. O casal passeia, brinca, e inventa mil formas de tornar o encontro cada vez mais prazeroso. Parece entender o verdadeiro objetivo do casamento que é compartilhar a felicidade. Com o tempo, o casal vaibse distanciando da alegria e da cooperação e se aproximando da hostilidade. Os parceiros se sentem no direito de corrigir o outro, de mudá-la e as brigas constantes e a crítica se instalam.

A relação que era de celebração passa a ser de julgamento e condenação. A conhecida frase: “Quem ama cuida” mostra a necessidade da alimentação do amor, através do carinho e, sobretudo do respeito às diferenças e aos “negativos” do outro. Pegar os pontos fracos de um ou de outro acaba por abrir feridas profundas e às vezes difíceis de cicatrizar. A crítica sistemática, o tratar mal ao outro, diminuir a sua autoestima, levando-o a uma posição defensiva e de contraataque e a um mútuo desrespeito verbal, na melhor das hipóteses. E, para piorar, é considerado normal esse comportamento nos casais.

É comum o casal se criticar na imagem e no físico, a gordura, o envelhecimento, os defeitos físicos, as dificuldades sexuais, etc. Além de minar a autoestima, cria uma grande insegurança no parceiro. Todos nós temos pavor do desprezo e do abandono. Ao sermos criticados aumentar-se o medo de que sejamos abandonados por aquele que nos critica. A falta de respeito ao que o outro é, incluindo seus defeitos, por outro lado, pode levá-lo a se afastar de nós cada vez mais.

Existem várias maneiras de se perder o casamento. A traição não é a única nem a principal. Há uma forma mais grave e mais sutil, que é perder a admiração, o amor e o coração do parceiro, mesmo estando debaixo do mesmo teto. Se os casais soubessem da importância do carinho, do cuidado para a sobrevivência de um relacionamento, não mediriam esforços nesse sentido. A cumplicidade e da admiração no casamento, só se dará através de um comportamento de aceitação e de proximidade. As leis que regem a nossa sociedade: luta, hostilidades, jogos, blefes, violências, disputas acirradas, críticas, brutalidades não são boas para o amor, para a relação mais importante, para o prazer e a alegria: a relação sagrada e gostosa entre homem e mulher.

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O MULHER DE CORPO INTEIRO nasceu de um desejo meu, de estreitar relacionamento como outras mulheres que assim como eu, se divide entre ser mulher, profissional e mãe. Mulheres que a cima de tudo busca balancear a carreira, com a vida pessoal e espiritual, atribuindo a cada uma dessas áreas, valores correspondentes a sua importância.

Como o nome já sugere, é um espaço para tratar de assuntos da mulher como um todo, com discussão sobre temas do universo feminino, entre eles: Moda, Beleza, Saúde, Profissão, Família, Comportamento e Relacionamento humano e com Deus .

Eu sou jornalista, formada pela FAVIP em Caruaru, assessora com comunicação do Sindicato dos Bancários de Garanhuns e Região, e sócia proprietária da Plena Comunicação, ao lado da publicitária Ana Glória, uma agência que reacendeu em mim o prazer em desempenhar a profissão que amo, sem esquecer do maior prazer da minha vida, que é ser mãe de duas crianças lindas, esposa e uma mulher de Deus.

O espaço está aberto meninas, espero que gostem...

Beijos, Juliana Dias.

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